sábado, 11 de agosto de 2012

11 de agosto dia dos estudantes


Filmes sobre Autismo

  • Código para o Inferno - ( Autismo )
  • Meu Filho Meu Mundo - ( Autismo )
  • O Gênio do Videogame - ( Autismo )
  • O Inocente - ( Autismo )
  • O Segredo de Adam - ( Autismo )
  • Prisioneiro do Silêncio - ( Autismo )
  • Rain Man - ( Autismo )
  • Refrigerator Mothers - ( Autismo )
  • Retrato de Família - ( Autismo )
  • Shine – O Brilhante - ( Síndrome de Asperger/Forma de Autismo)
  • Tempo de Espera - ( Autismo )
  • Testemunha do Silêncio - ( Autismo )
  • Um Certo Olhar - ( Autismo )
  • Uma Criança Diferente - ( Autismo )
  • Uma Família Especial - ( Autismo )
  • Uma Viagem Inesperada - ( Autismo )
  • Por Fora, Por Dentro - ( Autismo e Mudez )
  • O Enigma das Cartas - ( Autismo por trauma )  
  • Meu nome é Khan
  • Temple Grandin  

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Projeto de Leitura

PROJETO -SEMEANDO A LEITURA

DURAÇÃO : todo o ano letivo de 2012

SÉRIE: 3º ano

APRESENTAÇÃO

Há muito é sabido do prazer que é sentar em roda e ouvir uma gostosa história. O sabor remonta a passados longínquos e, apesar das inovações tecnológicas, é sempre com renovado anseio e deleite que nos dispomos a ouvir uma história... Todos nós, adultos e crianças.
Além de traduzir-se em um elemento facilitador do processo de interrelação, de sociabilização (a roda, ouvir a história, comentar a história, recontar a história etc.), por intermédio do qual se aprende (e apreende-se) o senso de coletividade, a ouvir o outro, a falar, a expressar-se...

JUSTIFICATIVA

Estou enfrentando dificuldades em relação ao interesse das crianças pela leitura. Pensando nisso, resolvi trabalhar com eles um projetinho chamado SEMEANDO A LEITURA, o diferencial deste projeto, esta em levar para a casa do aluno, um material adequado á sua leitura, com isto fazer com que os pais também se envolvam com a atividade, este projeto visa proporcionar momentos agradáveis a toda a família, e espero motivar a leitura em família. Do ponto de vista prático, acredito poder contribuir com alguns apontamentos.

OBJETIVO

Oferecer ao aluno uma bela caixa enfeitada para levar para casa, onde a criança deverá juntamente com a sua família escolher uma historia. A atividade dessa área tem com objetivo levar a criança a interpretar o que ouve, responder de maneira lógica ao que lhe é perguntado e desenvolver o pensamento lógico e sua expressão. Além disso, a linguagem oral permite ás crianças ampliar seu vocabulário e seus conhecimentos sobre os diversos assuntos abordados,bem como estimular sua participação verbal no grupo e desenvolver a capacidade critica , contribuindo para o bom êxito da aprendizagem.

METODOLOGIA

Uma pasta contendo os seguintes itens:

· 1 gibi ( TURMA DA MÔNICA );
· 1 Cd de musicas infantis; ( SITIO DO PICA PAU AMARELO, XUXA, MARA MARAVILHA , PATATI E PATATA ,ELIANA E CANTIGAS FOLCLORICAS )
· 1 LIVRO DE HISTORIA INFANTIL ( CONTOS DE FADA )
· 1 REVISTA AMIGUINHO
· 1 FICHINHA ( TEXTO INSTRUTIVO – DOBRADURA, MONTAGEM DE ALGUMA COISA – RECORTE OU COLAGEM , RECEITA, ETC)
· 1 FANTOCHE(animais, meios de transportes, ser humano, personagens de historias, objetos, elementos da natureza, entre outros )
· 1 CADERNO ( REGISTRO DA ATIVIDADE )

· Esta pasta será entregue ao aluno sempre obedecendo à ordem alfabética, sendo distribuído da seguinte forma: a cada três dias, eles terão que ler confeccionar o que esta na fichinha e após a confecção da dobradura ( ou outra coisa) ele devera colar esta dobradura no caderno que esta dentro da pasta e por fim realizar uma produção de texto.

· Ao mandar a pasta estarei direcionando as atividades e os textos a serem lidos (da fichinha ), mas o aluno terá uma variedade razoável de atividades para realizar em três dias , pois após este prazo a pasta tem que retornar a sala e ser repassada a outro colega, o aluno terá que escolher um texto ( gibi, revista , historia , ou a própria produção )para ler em voz alta no momento da leitura compartilhada.

· Dentro da caixa além das fichas e demais itens relacionados acima, ainda de vez em quando serão acrescentados fantoches confeccionados com palitos de sorvete, as mais variadas figuras (animais, meios de transportes, personagens de historias, objetos, elementos da natureza, entre outros...)

· Vale lembrar que ao trazer a pasta esta tem que estar bem cuidada;

· Para controle dessa atividade, haverá um painel com o nome dos alunos e cada vez que o aluno realizar todas as atividades propostas o aluno recebera um ponto positivo e um ponto negativo caso o aluno não concluir as atividades.

Verbos para Elaboração de Objetivos Gerais e Específicos-no Planejamento Escolar

VERBOS PARA A ELABORAÇÃO DOS OBJETIVOS

Na elaboração dos objetivos, sejam gerais, ou específicos, as escolhas adequadas do verbo é de crucial importância. Ele é o ponto chave para exprimir a intenção de um educador.
Na formulação de objetivos específicos devemos evitar o emprego de verbos que se prestem a muitas interpretações.
Apresentamos, a seguir, uma lista de verbos para objetivos gerais e específicos, nos domínios: psicomotor, afetivo, cognitivo e social.


VOCABULÁRIOS ÚTEIS PARA EXPRESSAR OBJETIVO

Acentuar Contar Formular Hipótese Realizar Experiência
Adicionar Contribuir Generalizar Rebater
Agrupar Converter Grafar Receber
Analisar Cooperar Grifar Reconhecer
Andar Correr Identificar Recortar
Anotar Costurar Ilustrar Redigir
Aplicar Criticar Indicar Reduzir
Apresentar Declamar Interpretar Registrar
Arbitrar Decompor Interpretar Relacionar
Argumentar Deduzir Inventar Relatar
Armar Definir Juntar Repartir
Arremessar Demonstrar Justificar Repres. Graficamente
Assinalar Descobrir Lançar Reproduzir
Atirar Descrever Ler Resolver
Atribuir Desenhar Listar Responder
Calcular Destacar Localizar Responder
Cantar Determinar Manipular Resumir
Caracterizar Discriminar Marchar Reunir
Circundar Discutir Medir Riscar
Citar Dividir Modelar Saltar
Classificar Dramatizar Montar Saltitar
Colaborar Elaborar Multiplicar Separar
Colar Encenar Narrar Simplificar
Coletar Enlaçar Nomear Sintetizar
Colorir Enumerar Operar Solucionar
Combinar Esboçar Organizar Sublinhar
Comentar Escrever Participar Subtrair
Comparar Especificar Pegar Sumariar
Competir Esquematizar Pintar Tabular
Completar Estabelecer Planejar Tocar
Compor Estabel. Comparação Pontuar Tocar
Compor Executar Preparar Traçar
Comunicar-Se Executar Vocalmente Pronunciar Traduzir
Concluir Exemplificar Propor Transformar
Confeccionar Expressar Provar Transformar
Construir Extrair Pular Usar
Construir Falar Racionalizar Verbalizar
Construir Flexionar Reagrupar Verificar

Atividades para crianças com Dificuldades de Aprendizagem

 


A Disortografia caracteriza-se por troca de fonemas na escrita, junção (aglutinação) ou separação indevidas das palavras, confusão de sílabas, omissões de letras e inversões. Além disso, dificuldades em perceber as sinalizações gráficas como parágrafos, acentuação e pontuação.

Devido à essas dificuldades o indivíduo prepara textos reduzidos e apresenta desinteresse para a escrita. A Disortografia não compromete o traçado ou a grafia.
Um sujeito é disortográfico quando comete um grande número de erros. Até a 2ª série é comum que as crianças façam confusões ortográficas porque a relação com sons e palavras impressas ainda não estão dominadas por completo.

Causa

Considera-se que 90% das disortografias têm como causa um atraso de linguagem ou atraso global de desenvolvimento.

Tratamento

Depois de uma avaliação fonoaudiológica o profissional irá traçar um plano de tratamento para que a disortografia não se torne uma vilã na aprendizagem.
O fonoaudiólogo poderá desenvolver um atendimento preventivo antes mesmo do terceiro ano (antiga 2ª série).
Quanto antes o tratamento com um fonoaudiólogo melhor será o prognóstico!

Veja um caso clínico de um paciente com 9 anos, no 4º ano:




Disortografia (Dificuldade de Aprendizagem)
Fonte: Centro de Fonoaudiologia


Exemplo de disortografia com aglutinações, omissões e separação indevida de palavra.

Após 3 meses de tratamento:





Escrita sem aglutinações e omissões.
Letra feia pode ser distúrbio de aprendizagem

Por Raquel Caruso* Fonte: ClockWork Comunicação


A Disgrafia (dis=dificuldade e grafia=grafar/escrever) é um transtorno da escrita resultante de um distúrbio de integração visual-motora, que afeta a capacidade de escrever ou copiar letras, palavras e números. Trata-se de um transtorno funcional e apresenta-se em crianças com capacidade intelectual normal, sem transtornos neurológicos, sensoriais, motores e/ou afetivos que justifiquem tal dificuldade. Apesar de alguns autores terem visões diferentes quanto ao termo disgrafia e disortografia, abordaremos a disgrafia como sendo um prejuízo que o indivíduo possui na execução do ato motor destinado à escrita e não das trocas, omissões, inversões e contaminações de letras/palavras, que seriam características da disortografia. De modo geral, a escrita é uma linguagem visual expressiva, que faz uso de uma série de operações cognitivas, tais como percepção auditiva, visual, discriminação tátil, cinestésica. Ou seja, é um sistema visual simbólico, que converte pensamento, sentimento e idéias em símbolos gráficos, que envolve análise de todos estes subsistemas. Para o desenvolvimento da escrita adequada, existem alguns pré-requisitos, como aspectos cognitivos, afetivo, motor e linguagem que são necessários observar: – Esquema corporal (planta do indivíduo) é a organização das sensações relativas ao seu próprio corpo em relação ao mundo exterior; – Lateralidade (dominância=força e precisão) conceito de direita e esquerda será mais fácil de ser interiorizado a medida que sua dominância for mais homogênea; – Estruturação espacial: o indivíduo deve ser capaz de situar-se e situar objetos uns em relação aos outros; – Orientação temporal: envolve a capacidade de situar-se em função da sucessão dos acontecimentos (antes, após, durante), duração dos intervalos, noções de tempo longo e curto (hora, minuto), ritmo regular, irregular (aceleração, freada); – Pré-escrita: domínio do gesto e da direção gráfica (da esquerda para direita). Quando realizamos uma avaliação psicomotora, observamos algumas características que podem auxiliar no diagnóstico, e que diferenciam os subtipos de disgrafia: Pura (inconsciente): quadro disgráfico em crianças com conflitos emocionais importantes, que usam a escrita para chamar a atenção pela “letra defeituosa”. Conflito emocional importante: . escrita instável, com proporções inadequadas; . deficiente espaçamento e inclinações Mista: apresenta conflitos emocionais associados à déficits perceptivo-motor (tipo de disgrafia mais freqüente): – dificuldade na forma, tamanho da letra; – inclinação defeituosa (inicia uma frase no canto superior esquerdo e acaba no canto inferior direito); – deficiente espaçamento entre letras, margens; – ligamento defeituoso entre letras da palavra; – não direciona o giro da escrita; – pressão do lápis ou caneta na escrita ou falta desta; – rasuras; – transtorno de ritmo; – alteração de postura; – letra ininteligível – lentidão; – alteração dos fatores psicomotores; – impulsividade; – transtorno da atenção; – transtorno do esquema corporal; Reativas: devido a transtorno maturativo, pedagógico ou neurológico. Inicialmente não possuem componentes de alteração emocional. Há ainda a Disgrafia caligráfica ou motora, que ocorre alteração na forma das letras e na qualidade da escrita em seus aspectos percepto-motores. Em crianças menores, podemos observar dificuldades motoras de ritmo. Porém, somente após a alfabetização pode ser feito o diagnóstico. Para tanto é fundamental uma avaliação com profissional especializado na área. Os exercícios de pré-escrita e grafismo são necessários para aprendizagem das letras e números. Sua finalidade é fazer com que a criança atinja o domínio do gesto e do instrumento, a percepção e a compreensão da imagem a reproduzir. É importante que o indivíduo seja estimulado a realizar exercícios para o ombro, como movimentos de abrir e fechar com o brinquedo vai e vem e bolas; cotovelo (peteca), punho, mão e dedos. Estes exercícios poderão ser feitos utilizando técnicas de percepção corporal, como por exemplo relaxamento, massagens, prancha de equilíbrio e com a utilização de alguns materiais (argila, massinha, tinta , jogos). A seguir exercícios de grafismo para professores trabalharem em sala de aula: . Gestos no plano vertical (utilizando lousa, papel, pincéis, giz de cera e canetas hidrocor) para aprender a segurar corretamente o lápis; . Grandes desenhos que vão diminuindo a medida que a criança desenvolve habilidade de ombro, cotovelo e passa a adquirir destreza de punho e dedos; . O trabalho deve ser realizado sempre da esquerda para a direita. *Raquel Caruso é fonoaudióloga, psicopedagoga, psicomotricista e coordenadora da EDAC – Equipe de Diagnóstico e Atendimento Clínico, além de professora convidada da Associação Brasileira de Dislexia (ABD)

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

As crianças são curiosas e perguntam sobre tudo. Nessas horas, os pais e educadores devem estar preparados para responder sobre os mais variados assuntos

Pp Adaildes Cristina S. de O. Santos
Psicopedagoga Clínica
Uma das principais características da personalidade infantil é a curiosidade. Crianças mexem em tudo e perguntam sobre tudo, assim elas vão descobrindo o mundo. O que é certo, o que é errado, o que gostam... Porém, algumas perguntas que saem da boca dos pequenos, repletas de inocência, acabam colocando grande parte dos adultos em saias-justas.
O bombardeio de perguntas começa cedo, entre os 4 e 6 anos de idade. E os especialistas alertam: por mais que a pergunta seja constrangedora, o adulto não pode deixar de responder.  “Os pais nunca devem ignorar o questionamento da criança. Se ela está perguntando é por que está com dúvida e está preparada para a resposta. Os pais também não devem inventar histórias fantasiosas ou que não condizem com a verdade, a resposta deve ser curta e verdadeira”, explica a psicóloga comportamental infantil Paula Pessoa Carvalho.
Informação gera dúvidas

VÍDEO: ENTREVISTA REDE TV "Coleira" em criança: mochila com alça causa polêmica / Psicopedagoga Valéria explica como funciona a mochila-guia para crianças, e se ela pode causar algum constrangimento para os seus filhos. MES 03/2011